Um projeto de comunicação visual visa tornar mais eficiente, seguro e funcional o uso de áreas coletivas ou privativas de um empreendimento.
O portal AEC Web, site especializado em conteúdos para empresas e profissionais da Arquitetura, Engenharia e Construção Civil, traz a informação que: em um hospital, a cada 10 metros um visitante interrompe um colaborador para perguntar sobre o trajeto a seguir a fim de chegar a determinado setor.
Muito provavelmente, essa mesma dificuldade é encontrada pelos usuários de hotéis, clínicas, edifícios comerciais, shoppings, centros comerciais, estabelecimentos de lazer e entretenimento, entre outros que não possuem uma comunicação visual eficiente.
Além da má experiência para o cliente, o colaborador que é interrompido nas suas atividades com frequência também é prejudicado na sua produtividade e na qualidade do seu serviço, o que acaba por influenciar nos resultados da empresa.
Também destacamos que acessibilidade e segurança para todos é direito previsto na legislação brasileira.
Quer saber o que considerar na elaboração e execução de um projeto de comunicação visual e quais as fases que envolvem esse processo? Continue a leitura e confira!
Pontos para se atentar em um projeto de comunicação visual
Um projeto de comunicação visual deve ser fundamentado nos seguintes pontos:
- – no atendimento, às necessidades de informações que devem ser transmitidas ao público,
- – na adoção de sistema de sinalizações orientativas, claras, objetivas e funcionais,
- – no cumprimento da legislação e normas,
- – na criação de um conjunto harmonioso com o projeto arquitetônico e de decoração do espaço,
- – na funcionalidade de cada área.
Em relação à segurança e ao cumprimento da legislação, destacamos duas normas que devem ser consideradas na elaboração do projeto de comunicação visual:
1. A NBR 13.434 padroniza os símbolos adotados, as formas, as dimensões e as cores da sinalização de segurança contra incêndio e pânico, usadas nos diversos estabelecimentos laborativos e comerciais.
2. Dentro das leis de acessibilidade, destacamos a NBR 9050 que estabelece o uso de pisos e mapas táteis, bem como placas com textos e pictogramas em alto-relevo, itens voltados para atender as necessidades de pessoas com deficiência visual.
As principais fases do projeto de comunicação visual
As diferentes fases que envolvem o desenvolvimento de um projeto de comunicação visual visam garantir eficiência na transmissão e recebimento da mensagem e aliam elementos da engenharia, arquitetura e design.
Entre as principais etapas, destacamos:
Apresentação e definição dos modelos das peças

A primeira fase do projeto de comunicação visual envolve a apresentação e a definição dos modelos das peças necessárias para o estabelecimento.
Você precisa elaborar a concepção gráfica dos diversos elementos que serão usados, para isso é preciso um estudo do aspecto visual dos diferentes modelos de sinalizadores e da adequação de cada peça nos diversos ambientes do empreendimento.
Importante não esquecer que caixas de força, saídas de emergências, rotas de saídas, alertas em paredes, pisos e elevadores, orientações de condutas e serviços como banheiros, restaurantes, café e entre outras informações e situações que devem ser previstas e sinalizadas em planta.
Levantamento da quantidade de peças e elementos
A segunda fase para o desenvolvimento e execução de um projeto de comunicação visual é realizar o levantamento da quantidade dos modelos de peças e elementos que irão compor cada ambiente e a disposição dos mesmos.
Nessa segunda fase, entra um ponto importante: definir a localização, na planta, de todos os itens que comporão a sinalização horizontal, vertical e móvel.
Essa definição é essencial para determinar o posicionamento e dimensionamento correto e adequado de cada elemento, e também garantir que a iluminação favorece a visibilidade de cada um dos elementos de comunicação e sinalização instalados no ambiente.
Entrega do projeto executivo de todas as peças

Enfim, chegou a hora de concretizar o projeto de comunicação visual e nessa hora dois fatores precisam ser considerados:
A especificação de materiais, ou seja, a escolha de produtos eficientes e de qualidade, na forma, cor e dimensões que atendam as normas técnicas. O custo-benefício na aquisição dos elementos.
O sistema construtivo: envolve a estrutura do estabelecimento, medidas e dimensões de cada espaço, os materiais a serem utilizados, sistemas de instalação e fixação de cada elemento, como totens, sinalizadores, letreiros, adesivos e os diversos tipos de placas direcionais, informativas e de identificação.
Vale lembrar que é possível alertar e orientar as pessoas, bem como garantir a segurança e funcionalidade do local com elementos atraentes, modernos e eficazes agregando valor ao seu projeto.
Para isso, conte com os serviços da Bump Comunicação. Basta entrar em contato conosco.
(Imagens: divulgação)