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Quadro de SIPAT e DDS: quadro magnético em branco na entrada de uma área industrial ao amanhecer

Quadro de SIPAT e DDS: o que ele precisa ter para funcionar

Um quadro de SIPAT, de DDS ou de dias sem acidentes funciona quando três coisas estão resolvidas antes de ele ser instalado: o que ele mostra, onde ele fica e quem o atualiza. O DDS, o Diálogo Diário de Segurança, dura de 5 a 15 minutos e acontece antes do início da jornada, segundo um documento do DNIT. O quadro precisa caber nesse tempo e estar onde a equipe está nesse momento.

A SIPAT é a semana interna de prevenção de acidentes que a empresa promove, uma ação pontual. O DDS é diário. Um quadro bem pensado serve às duas coisas: sustenta a conversa de todo dia e dá corpo à semana de prevenção. Este post mostra o que ele precisa ter e o que exigir de quem o projeta.

O que um quadro de segurança do trabalho precisa mostrar?

O documento do DNIT orienta que o DDS trate do que será feito no dia e dos riscos de segurança próprios do local, que haja espaço para dúvidas e sugestões no fim e que tudo o que for tratado seja documentado. A partir disso, o quadro se organiza em áreas, cada uma com uma função.

Área do quadro Para que serve O que perguntar ao fornecedor
Tema do dia Pôr à vista o assunto da conversa e as atividades do dia Como o tema é trocado todo dia sem refazer o quadro
Registro Documentar o que foi tratado, como o documento do DNIT recomenda Onde o registro fica e como é arquivado
Dúvidas e sugestões Dar lugar ao que a equipe levanta no fim da conversa, que o DNIT manda registrar Se há espaço para anotar um tema novo sem apagar o do dia
Dias sem acidentes Mostrar a contagem, se a empresa a mantém Como o número é atualizado e quem confere
Avisos da SIPAT Dar espaço à semana de prevenção sem trocar o quadro inteiro Se há área reservada a avisos temporários

Nem todo quadro precisa de todas as áreas. Quem define o conjunto é a rotina de segurança da empresa, e o fornecedor deve perguntar por ela antes de desenhar.

O quadro também não substitui a conversa. O documento do DNIT atribui o DDS ao engenheiro ou técnico da equipe de segurança, ou ao engenheiro supervisor, e pede linguagem de fácil entendimento. O quadro deve ajudar quem conduz, com tema e registro à vista, sem tomar o lugar de quem fala.

A Bump projeta, produz e instala comunicação visual desde 1997. Se você precisa de um quadro de segurança e quer partir da sua rotina de DDS, peça um levantamento com o projeto do quadro.

Onde o quadro deve ficar?

Como o DDS acontece antes do início do trabalho, o quadro rende mais no ponto onde a equipe se reúne nesse momento. É uma decisão de projeto, não uma regra de fonte, e a pergunta ao fornecedor é qual é o ponto de encontro da equipe e se o quadro será visto dali.

Se há mais de uma equipe ou mais de um turno, a conta muda: um quadro pode não atender a todos. Vale combinar quantos quadros, e em que pontos, antes de falar de tamanho.

Quem atualiza e com que frequência?

Um quadro que ninguém atualiza vira enfeite. O documento do DNIT trata o DDS como diário e pede registro de cada sessão. Isso vale também para o quadro: o projeto precisa dizer quem troca o tema, quem registra e quem confere o número de dias sem acidentes.

Uma cartilha de DDS do Instituto Federal de Sergipe, feita para a construção civil, traz 10 temas para as conversas e reforça que o DDS é uma ferramenta de transmissão de informações. Se os temas mudam, o quadro precisa aceitar a troca com facilidade.

Para o contexto geral de quadros e gestão visual, o blog traz quadros de gestão à vista e produtividade das equipes, gestão visual em obras e sinalização e prevenção de acidentes de trabalho.

Para o que a legislação exige de cada empresa em segurança do trabalho, consulte a legislação e as normas técnicas vigentes. O texto delas é a única fonte segura para esse ponto.

O que perguntar a quem faz o quadro

  1. Quais áreas o quadro terá e por quê, a partir da rotina de DDS da empresa?
  2. Como o tema do dia é trocado sem refazer o quadro?
  3. Onde fica o registro e como ele é arquivado?
  4. Como o número de dias sem acidentes é atualizado e conferido?
  5. Há área para avisos temporários da SIPAT?
  6. Onde o quadro será instalado e de onde a equipe o verá?
  7. O material suporta o ambiente (obra, galpão, área externa)?

Perguntas frequentes

O que é SIPAT?

É a sigla da semana interna de prevenção de acidentes, segundo a lista de siglas de CIPA de um centro universitário. É uma ação concentrada em alguns dias, diferente do DDS, que é diário.

O que é DDS?

É o Diálogo Diário de Segurança, uma conversa curta, de 5 a 15 minutos, antes do início da jornada, para tratar das atividades do dia e dos cuidados de segurança, conforme documento do DNIT.

Todo quadro de segurança precisa do contador de dias sem acidentes?

Não. O contador é uma escolha da empresa, que depende de como ela acompanha esse indicador. O que não pode faltar é combinar quem atualiza e quem confere o número, se ele existir.

A Bump desenvolve projetos e produz peças de comunicação visual para áreas internas e externas. Para definir o projeto do quadro de segurança da sua obra ou fábrica, solicite uma visita técnica.

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